Gradiente retorna ao mercado com tablet infantil

Fonte: Folha.com
Por Mariana Barbosa
Publicado em 16 de maio de 2012

O Meu Primeiro Gradiente virou um tablet. Depois de cinco anos sem produzir um aparelho eletroeletrônico, a tradicional marca nacional voltou ao mercado.

O carro chefe do novo portfólio resgata o colorido da velha linha infantil em um tablet vermelho com aplicativos para os pequenos.

Com acesso a internet, câmera e aplicativos nacionais como Cocoricó, Peixonauta e Galinha Pintadinha, o tablet já está a venda por R$ 999 no site Gradiente Store. E deve chegar esta semana ao varejo, em redes como Saraiva e Magazine Luiza.

Além de tablets para crianças e adultos, a nova Gradiente vai estampar sua marca em televisores, leitores de DVD e Blu-ray e celulares.

“Mesmo afastada, a marca ainda tem uma percepção muito boa”, avalia o consultor de marcas Eduardo Tomiya, da Brand Analytics.

Pesquisa Top of Mind, realizada pelo DataFolha, mostra que a marca era forte em algumas categorias como celular e TV até 2007, quando saiu do mercado.

Desde 2009, ela não é mais lembrada como marca de celular. Até o ano passado, 1% dos pesquisados pelo Top of Mind ainda se lembrava de Gradiente como marca de TV.

Para Tomiya, o apelo brasileiro, também explorado pela concorrente Positivo, pode ser um atrativo. “Não podemos esquecer que apenas 2% da população brasileira fala inglês fluentemente.”

A volta da Gradiente acontece após longo processo de negociação de uma dívida de mais de R$ 500 milhões. A marca e as fábricas foram arrendadas pela CBTD, empresa que tem como sócios os fundos de pensão Petros e Funcef e a fabricante Jabil.

Com a receita do arrendamento, o empresário Eugênio Staub, fundador da Gradiente, pagará os credores.

Bye, Bye, Apple

Fonte: Istoé Dinheiro
Por Bruno GALO e Rodrigo CAETANO
Publicado em 11 de maio de 2012

O mercado de smartphones tem um novo líder: a Samsung, que ultrapassou a dona do iPhone. Saiba como a gigante coreana quer manter-se no topo.

O que é preciso para ser líder de um mercado cobiçado como o de smartphones? Até o fim do ano passado, a empresa mais indicada para responder a essa pergunta seria a Apple, dona do prestigiado iPhone. Com uma estratégia que mistura inovação, design e ações de marketing milimetricamente planejadas, a companhia fundada por Steve Jobs encerrou 2011 na liderança do segmento, com quase 24% do mercado. No entanto, os números do primeiro trimestre de 2012 mostram que a empresa finalmente encontrou um rival à altura: a Samsung. A fabricante coreana assumiu a primeira posição no ranking das maiores vendedoras de smartphones do mundo, com quase 45 milhões de aparelhos entregues, ante 35 milhões da concorrente americana.

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Celular campeão: o presidente da divisão de mobilidade
da Samsung, JK Shin, aposta no Galaxy S3 para continuar líder.
A receita do sucesso? Inovação, design e marketing, que, se não é idêntico, tem se inspirado muito no da Apple nos últimos tempos. A questão daqui por diante é como manter a liderança, especialmente depois da chegada do iPhone 5, cujo lançamento é esperado para junho. Na quinta-feira 3, a Samsung deu uma mostra do sucesso de sua estratégia ao lançar o Galaxy S3, a versão mais recente de sua linha de smartphones de maior sucesso. É com esse novo modelo que espera tirar o iPhone do posto de smartphone mais cobiçado do mundo. “A espera finalmente acabou”, disse o presidente da divisão de comunicações móveis da Samsung, JK Shin, pouco antes de retirar o novo produto do bolso de seu paletó, no evento de lançamento, realizado em Londres.
Shin garantiu que o público iria se encantar com o aparelho. Peças fundamentais nos planos da gigante coreana, os produtos da linha Galaxy S, lançada em 2010, são os equipamentos com sistema operacional Android de maior sucesso. Para atingir seu objetivo, a Samsung aprimorou tudo que havia dado certo nos Galaxys anteriores e introduziu alguns recursos promissores. A tela do aparelho cresceu de 4,3 para 4,8 polegadas. A câmera se tornou mais rápida, o processador mais potente e a bateria promete maior autonomia. O novo modelo tem um assistente pessoal, o S Voice, semelhante ao Siri, usado pela Apple no iPhone 4S. Outra novidade é um recurso que “entende” o que o usuário está fazendo.
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Se, por exemplo, ele estiver escrevendo uma mensagem para um contato e, no meio do processo, mudar de ideia e resolver telefonar para a mesma pessoa, o simples movimento de levar o aparelho à orelha faz o Galaxy S3 completar a ligação. A chegada do celular às prateleiras está prevista para o fim deste mês. Ao contrário da Apple, que tem tradição em ignorar o mercado brasileiro, a Samsung não deve demorar a vender o aparelho no País. Priorizar o mercado latino-americano, aliás, é uma estratégia que vem rendendo frutos à fabricante. Em entrevista concedida no ano passado ao jornal The Korea Times, o CEO da empresa, Choi Gee-sung, afirmou que esperava faturar US$ 10 bilhões na região neste ano.
Nessa parte do mundo, a empresa se beneficia da alta inserção dos celulares de baixo custo, segmento em que os coreanos obtiveram outro feito em 2012. Eles conquistaram a liderança do mercado, desbancando a Nokia após 14 anos. No Brasil, a Samsung tem outra vantagem em relação à Apple. Por aqui, o sistema operacional Android, utilizado na linha Galaxy, já é responsável por 61% do segmento de smartphones, área que cresceu 179% no ano passado, segundo a consultoria americana Nielsen. O iOS, presente no iPhone, detém apenas 5,5% do mercado. De acordo com a consultoria, em 2011 o preço dos aparelhos Android caiu cerca de 20%. Para o instituto IDC, essa queda de preço foi a maior responsável pelo crescimento do mercado de smartphones no País.
No entanto, ainda há uma área na qual a Apple segue imbatível. A empresa respondeu por 73% dos lucros obtidos por todas as fabricantes de celulares no primeiro trimestre de 2012, segundo a consultoria americana Canaccord. E, por mais bem-sucedidos que sejam, os aparelhos Galaxy ainda não superam o iPhone em popularidade. “Não é um equipamento capaz de impressionar os consumidores”, afirma o analista Francisco Jeronimo, da IDC. “Ele faz, no entanto, certa pressão sobre a Apple para desenvolver um iPhone 5 melhor”, disse Neil Mawston, da consultoria Strategy Analytics. O que é preciso saber para alcançar a liderança a Samsung já sabe. A pergunta agora é como se manter no topo do mercado.
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Coca-Cola, Nestlé e Nike são as marcas mais amadas

Fonte: Exame.com
Por Sylvia de Sá (Mundo do Marketing)
Publicado em 14 de maio de 2012

Ranking realizado pela Shopper Experience listou as 50 empresas mais queridas pelos consumidores em diferentes categorias

Coca-Cola

Para o público da classe B, a Coca-Cola é a marca mais amada, seguida por Nestlé e O Boticário

Rio de Janeiro – As quatro marcas mais queridas pelos brasileiros não são nacionais. Coca-Cola, Nestlé, Nike e Brastemp lideram, nesta ordem, o ranking da pesquisa “As Marcas Mais Amadas do Brasil”

Apenas na quinta posição aparece uma empresa de origem brasileira, a Sadia, seguida pela também nacional Natura.

Ao todo, o levantamento conduzido pela Shopper Experience enumerou 50 marcas, que têm em comum atributos como contato emocional, desejo, admiração, confiança, qualidade e prestígio. Foram avaliadas mais de 20 categorias, desde automóveis, eletroeletrônicos e hipermercados, até companhias aéreas, perfumes e cervejas.

O estudo ocorreu entre os meses de março e abril, a partir de métodos qualitativo e quantitativo. Segmentando por classe social, entre os consumidores do topo da pirâmide, o ranking é composto por Nestlé, Louis Vuitton e Brastemp, respectivamente.

Para o público da classe B, a Coca-Cola é a marca mais amada, seguida por Nestlé e O Boticário. Na classe C, Coca-Cola, Nestlé e Nike ocupam os três primeiros lugares da lista.

Preço e marca são os principais requesitos para o brasileiro contratar o seguro

Fonte: Uol Notícias
Por InfoMoney
Publicado em 11 de maio de 2012

SÃO PAULO – Na hora de contratar um seguro o preço e a marca do provedor são os principais requisitos para os brasileiros na escolha da seguradora, revela pesquisa da Ernst & Young, líder global  em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e assessoria.

A importância da marca no Brasil é maior que em qualquer outro país pesquisado. No país,  58% dos brasileiros disseram que a marca e o preço são os mais importantes na hora de escolher a seguradora,já outros 44% disseram que os serviços da empresa é o principal fator na hora da decisão.

Ainda no Brasil, 38% disseram que a reputação é um fator influente na escolha da seguradora, enquanto que para 32% o que importa é o produto oferecido.

Em países como o Canadá (59%), Polônia (59%), Turquia (59%), Estados Unidos (58%), México (57%), Malásia (57%) e Cingapura (55%) o preço é o que mais importa na hora de contratar o seguro.

Produtos mais simples
A pesquisa ainda mostrou que a maioria dos entrevistados acham que os produtos que estão no mercado são muito complicados. Na opinião dos consumidores, as ofertas de produtos deveriam ser mais simples e transparentes.

Mais de um quarto dos entrevistados, em cada região, disseram que reconsiderariam a troca de administradora de seguro se elas pudessem garantir que teriam mais transparências nos produtos e uma comunicação mais aberta.

Yakult recusa maior participação da Danone na companhia

Fonte: Uol Notícias
Por Ritsuko Shimizu (Reuters)
Publicado em 11 de maio de 2012

TÓQUIO, 11 Mai (Reuters) – A japonesa Yakult disse nesta sexta-feira que não quer que a francesa Danone aumente a participação na companhia, alegando que isso poderia afetar a sua independência.

No mês passado, a imprensa japonesa noticiou que a Danone estava em negociações com a Yakult para aumentar de 20% para 28% a participação na fabricante da bebida de mesmo nome.

Segundo a matéria, a Danone também poderia fazer uma oferta para comprar até 35% da Yakult se as negociações não tivessem resultado, o que daria poder de veto sobre as decisões do conselho e conseqüente controle sobre a fabricante.

“Não queremos que a Danone aumente a participação”, disse o presidente interino dos negócios internacionais da companhia japonesa, Yoshihiro Kawabata.

“Atualmente estamos tendo negociações amigáveis, e por isso espero que isso não aconteça”, respondeu ele, diante da pergunta sobre o que a Yakult faria se a Danone comprasse mais ações.

TAM sobe ao maior valor em 4 anos após aprovação à oferta da Lan

Fonte: Exame.com
Por Bloomberg
Publicado em 08 de maio de 2012

A integração planejada por TAM e Lan, anunciada em agosto de 2010, teria um valor de
mercado de cerca de US$ 13,4 bilhões

Avião da TAM

As ações da Tam serão trocadas por um papel da holding chamada de Holdco II, a qual será combinada com a Lan para formar a Latam Airlines

São Paulo – A TAM SA alcançou o maior valor desde 2007 após o governo aprovar o plano da Lan Airlines SA para iniciar uma oferta pública pelas ações da empresa brasileira. A oferta é parte do acordo que vai criar a maior empresa aérea do mundo em valor de mercado.

A TAM subia 0,5 por cento, cotada a R$ 46,20, às 11:57, após subir até 2,9 por cento mais cedo. O Ibovespa
recuava 1,8 por cento, a 60.137,83.

A integração planejada por TAM e Lan, anunciada em agosto de 2010, teria um valor de mercado de cerca de US$ 13,4 bilhões, superando a Air China Ltd. e a Singapore Airlines Ltd. como maior empresa aérea do mundo. A Lan, sediada em Santiago, deve apresentar em 10 dias a oferta pelas ações da TAM disse a companhia em comunicado publicado no website da autoridade regulado do mercado de capitais chileno.

“O mercado já estava esperando essa aprovação, mas todo passo que confirma a fusão é positivo”, disse Marcelo Varejão, analista da Socopa Corretora, em entrevista por telefone de São Paulo.

A Comissão de Valores Mobiliários aprovou a operação ontem, segundo comunicado enviado ao mercado.

As ações da TAM serão trocadas por um papel da holding chamada de Holdco II, a qual será combinada com a Lan para formar a Latam Airlines.

A Lan caía 0,5 por cento, a 13.529 pesos em Santiago. O índice referencial chileno Ipsa recuava 0,5 por cento.

A força da tradição

Fonte: Istoé Dinheiro
Por Marcelo Cabral e Rafael Freire
Publicado em 04 de maio de 2012

Premiadas, Omo e Petrobras mostram que um longo relacionamento com o consumidor ajuda
a enfrentar as tormentas que atravessam o caminho de uma marca.

Vez por outra, o mercado é sacudido pelo lançamento de um produto novo, que arrebata os consumidores e coloca de ponta-cabeça a ordem estabelecida em um nicho de mercado. Com a mesma frequência, produtos tradicionais desmoronam devido a problemas de qualidade, que geram uma quebra na relação de confiança mantida com seus clientes. Seja qual for a situação, possuir uma marca consolidada é um verdadeiro anteparo contra os imprevistos e o vai e vem dos negócios. Não evita, mas pode amenizar bastante uma situação adversa. E qual o segredo para se manter marcas fortes ao longo de décadas? A Petrobras e a Omo, da Unilever, são exemplos de sucesso que continuam a inspirar admiradores e concorrentes mundo afora. 

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A mais valiosa: José Eduardo Dutra, ex-presidente e atual diretor corporativo da Petrobrás (à esq.),
recebe de Caco Alzugaray, presidente executivo da Editora Três, o prêmio de
A Marca Mais Valiosa do Brasil.
 
A Petrobras foi premiada na semana passada como A Marca Mais Valiosa do Brasil e a Omo recebeu o troféu
de A Marca Mais Forte. Ambas foram as estrelas do ranking As Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2012,
realizado pela DINHEIRO em parceria com as consultorias BrandAnalytics e Millward Brown. “Uma vez que
uma marca cria raízes na cabeça do consumidor, é impossível esquecer dela”, disse Peter Walshe, diretor
da Millward Brown, durante a entrega do prêmio em 27 de abril, em São Paulo. Criada em 1953, a
Petrobras atravessou muitas tempestades ao longo das décadas. Os meses recentes não foram exceção:
os vazamentos de petróleo da americana Chevron geraram desconfiança sobre a segurança da exploração
na camada pré-sal, em que a Petrobras é a única operadora. 
 
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Gebara, da Vivo: executivo está à frente do novo posicionamento da marca Vivo.
 
“Não é uma situação fácil, ainda mais no caso da Petrobras, em que qualquer problema tem uma
repercussão 20 vezes maior do que com outras empresas”, afirmou José Eduardo Dutra, ex-presidente
e atual diretor corporativo da empresa. O cuidado com a marca, nesse cenário, é redobrado. “Temos um
processo permanente de gestão de marca tocado por uma equipe que considero a melhor do mundo.”
Não por acaso a Petrobras é a marca mais valiosa do País pela terceira vez seguida, com  valor de
mercado de R$ 10,5 bilhões.
Tampouco é simples manter a rentabilidade em um mercado pautado pela
transformação. Esse é o principal desafio do sabão em pó Omo. Hoje, 55 anos desde o seu lançamento
local, o produto domina mais da metade do segmento, tendo transformado o Brasil no principal mercado
da marca em 50 países. 
 
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A mais forte: Schermers, diretor de marketing da Unilever (à dir.), recebe de
Carlos José Marques, diretor editorial da Editora Três, o prêmio de A Marca Mais Forte.
 
“O foco é saber se reinventar e continuar suprindo as expectativas do público”, afirmou o holandês
Robert-Hein Schermers, diretor da Unilever. “Afinal, os clientes também mudam.” Quem também possui
marcas fortesé a americana P&G, dona de nomes de peso como Gillette, Pampers e Duracell. Das 250
marcas da companhia, 26 possuem faturamento global superior a US$ 1 bilhão. Na verdade, as marcas
eram tão fortes que ofuscavam o próprio nome da fabricante. “Muita gente usava fraldas Pampers junto
com o creme Hipoglós e nem sabia que eles eram da mesma família”, disse Gabriela Onofre, diretora
da P&G, que também fez palestra no evento. 
 
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Os anfitriões: da esquerda para a direita: Peter Walshe, da Millward Brown;
Milton Gamez, da DINHEIRO; Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics; e David Roth, da WPP.
 
A empresa tem trabalhado para reforçar sua marca corporativa. Entre as ações está a contratação do
apresentador Fausto Silva para divulgar a companhia. Resultado: um salto de 9% para 69% no
reconhecimento da marca P&G entre os clientes, em menos de um ano. De certa forma, é o caminho
oposto ao da operadora espanhola de telefonia Telefônica. O nome corporativo deixou de ser
exibido e foi substituído pela marca Vivo, cujo controle foi adquirido pela companhia espanhola em
meados de 2010. “A conectividade será nossa palavra de ordem para os próximos anos”, afirmou
Christian Gebara, diretor de marca da Vivo. 
 
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Gabriela, da P&G: a empresa tem trabalhado para reforçar sua marca corporativa no Brasil.
 
Todos esses exemplos simbolizam as mudanças “dramáticas” que a gestão de marcas registrou na
última década.
“Antes só os departamentos de marketing se preocupavam com isso”, afirmou David Roth, CEO do grupo
britânico de publicidade WPP para mercados emergentes. “Hoje é um tema central na agenda dos
presidentes e acionistas.” Segundo Eduardo Tomiya, diretor-geral da BrandAnalytics, esse movimento é
particularmente forte no Brasil. “O País está na liderança mundial no crescimento do papel das marcas”,
disse o executivo, que coordenou o estudo sobre as marcas mais valiosas e mais fortes do mercado
brasileiro.

Cosan compra controle da Comgás

Fonte: Época Negócios
Por Agência Estado
Publicado em 03 de maio de 2012

O BG aceitou vender 60,1% de participação da Comgás para a Cosan por R$ 3,4 bilhões

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A BG, controladora da Comgás, anunciou nesta quinta-feira a assinatura de um memorando de entendimento para a venda de participação de 60,1% detida na Comgás para a Cosan, por R$ 3,4 bilhões (US$ 1,8 bilhão).

Segundo a empresa, a transação deve estar finalizada até o final deste ano. Em comunicado, a BG informa que o negócio depende da aprovação de entidade reguladora e do consentimento de sócio. A Shell detém outros 18,11% da Comgás.

“Esse memorando de entendimento é outro passo importante da nossa racionalização de portfólio e do programa de diversificação de financiamento”, diz o presidente do BG Group, Frank Chapman, em comunicado. Segundo ele, o acordo faz parte dos planos de liberar US$ 5 bilhões em capital nos próximos dois anos por meio de desinvestimentos estratégicos. 

BG Group tem lucro maior
O BG Group disse que seu lucro líquido mais do que dobrou no primeiro trimestre, para US$ 1,22 bilhão, ou 35,7 centavos de dólar, de US$ 597 milhões, ou 17,4 centavos de dólar, no mesmo período do ano passado, ajudado pela alta dos preços da energia e da demanda por gás natural liquefeito. A companhia elevou a previsão de investimento no seu principal projeto de gás liquefeito na Austrália em 36%, ou US$ 5,4 bilhões, devido à alta do dólar australiano e dos custos da mão-de-obra e da matérias-primas. O aumento da previsão decepcionou analistas e investidores.

Ajustado por custos excepcionais ou benefícios não derivados de operações regulares, o lucro do BG totalizou US$ 1,27 bilhão no primeiro trimestre. O número ficou acima da média das previsões de US$ 1,23 bilhão dos oito analistas entrevistados pela Dow Jones. A receita do BG Group subiu 20,6% no primeiro trimestre, para US$ 5,78 bilhões, de US$ 4,79 bilhões no mesmo período do ano passado.

A produção de petróleo e gás da companhia totalizou 669 mil barris de óleo equivalente por dia no primeiro trimestre, uma alta de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A previsão dos analistas era de uma produção de 667 mil barris de óleo equivalente por dia. A alta da produção refletiu parcialmente como os conflitos no Egito e na Tunísia e as enchentes na Austrália afetaram as operações do BG Group. As informações são da Dow Jones.

Brasil Foods reposiciona Batavo e planeja mudança para Elegê

Fonte: Folha.com
Por VALOR
Publicado em 04 de maio de 2012

A BRF Brasil Foods anunciou nesta sexta-feira mudanças para reposicionar a marca Batavo no mercado brasileiro, que incluem reformulação da logomarca, alteração das embalagens e lançamentos de novos produtos.

“A marca Elegê também passará por algumas mudanças”, diz Luciane Matiello, diretora de marketing da unidade de lácteos da BRF Brasil Foods, sem dar detalhes.

A logomarca da Batavo foi alterada pela quinta vez. As outras mudanças ocorreram em 2003, 2004, 2006 e 2007.

“O logotipo cresceu e elevou a marca a outro patamar”, disse Roberta Morelli, gerente de marca e inovação.

Neste mês, a Batavo está lançando três novas linhas de iogurtes adoçados com frutose e livres de corantes artificiais, além de uma linha de leites com até 3% de gordura. Os novos produtos receberam investimento de R$ 3 milhões e começaram a ser elaborados no final de 2010.

“Vou ser o Meirelles da Nestlé”, diz Ivan Zurita

Fonte: IstoÉ Dinheiro
Por Guilherme Barros
Publicado em 27 de abril de 2012

Depois de 40 anos na empresa, o big boss da Nestlé, Ivan Zurita, sai da operação para se
tornar o “chairman” da companhia.

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Uma notícia sacudiu nesta sexta-feira o mercado corporativo brasileiro.

Depois de 40 anos na empresa, o big boss da Nestlé, Ivan Zurita, sai da operação para se tornar o “chairman” da companhia.

Em entrevista exclusiva para o blog, Zurita afirma que sua saída da Nestlé foi uma decisão pessoal, mas que continuará, provavelmente até o início de 2013, como presidente do conselho de administração da empresa.

“Vou ser o Meirelles da Nestlé no Brasil”, afirmou Zurita, em referência ao ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que assumiu recentemente o cargo de presidente do conselho de administração da J&F.

Nessas novas atribuições, Zurita disse que irá cuidar da estratégia e das relações com as autoridades do governo, além de auxiliar o seu sucessor, o mexicano Juan Carlos Marroquin, na transição para o novo cargo.

Marroquin assume a presidência interinamente a partir de primeiro de julho. Zurita disse que irá preparar para final de junho um evento para apresentar o seu sucessor ao meio empresarial brasileiro.

Segundo Zurita, o motivo de sua saída foi o fato de, no ano que vem, completar 60 anos de idade. “Vou cuidar de meus projetos”, afirmou.

O executivo, que estava à frente da Nestlé no Brasil desde 2001, embarca nesta sexta-feira 27 para a Suíça, para cuidar dos acertos finais de sua saída.